Nanci, deixe os camelôs trabalharem!

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Vamos falar um pouco sobre os camelôs e o bairro do Alcântara, que é o bairro onde eu vivo desde que tenho 1 ano de idade.

Ontem, meus amigos Lucas e Matheus, que desde que criança convivem com os camelôs aqui do bairro porque são filhos de camelôs, me levaram para conversar com alguns deles aqui no bairro e eu fiquei muito sentido com o que eles relataram, não é a primeira vez que tenho esse bate-papo com eles, considero muito importante essa troca de ideias frequente com eles para entender o que pode ser feito pela ordem pública no bairro.

Muitos camelôs estão há anos na luta para conseguir uma licença, desde governos anteriores sem nenhuma resposta, expostos ao sol, chuva, todas as situações que as ruas das nossas cidades podem expor a população, eles ficam expostos a isso todos os dias. Já não bastasse tudo isso, muitos deles que não conseguiram se legalizar ficam com medo da repressão de quem deveria trabalhar para que eles fossem incluídos, do rapa, da perseguição por parte de quem deveria zelar por eles, a final eles só são trabalhadores tentando sobreviver em meio a uma economia em crise há anos e ainda temos a questão da pandemia atualmente para piorar o cenário.

Foto minha e do Lucas nas ruas trocando uma ideias com os camelôs.

Inclusive, grande parte dos camelôs são pessoas de mais idade, pessoas com deficiência, como eu, ou ex-detentos, pessoas que poderiam ser nossos país, filhos, irmãos e até nós mesmos.

É claro que existe um problema de ordem pública no bairro, mas acredito que a solução desse problema passa por ouvir e incluir os camelôs, afinal, eles são parte importante da economia da nossa cidade, quem nunca foi “bater perna no Alcântara” e consumiu um produto dos camelôs? Camelôs, lojistas, pedestres, moradores… a solução para equacionar a ordem pública no Alcântara passa por ouvir e incluir todos eles. É uma tarefa que só com planejamento e vontade se consegue realizar.

A verdade é que ainda temos uma pandemia, um vírus solto por aí e em mundo ideal, na minha opinião, a maioria das pessoas deveria estar em casa, porém, já que optaram pela abertura do comercio e outros serviços, deixem os camelôs trabalharem também ou então que ajude essa classe a se manter enquanto não pode trabalhar.

No inicio da pandemia, entrei com uma representação na prefeitura e no MP estadual para que os camelôs e trabalhadores informais do município tivessem uma extensão do auxilio emergencial.

Deixo abaixo o protocolo das 2 solicitações que fiz junto ao MP e junto a prefeitura para que os camelôs tivessem algo a mais dados pela prefeitura, para que pudessem se manter em casa nessa pandemia, infelizmente não houve nenhuma resposta dos dois, inclusive, nem consultar o protocolo na prefeitura eu consigo mais, o que é muito estranho.

Protocolo representação na prefeitura: 691526 – Senha: 8y30d9nu

Protocolo representação no ministério público: 17005 – Senha: e2fcae88

Luciano Roberto

Luciano Roberto

Meu nome é Luciano Roberto, cria do Alcântara, tenho 29 anos, sou pessoa com deficiência física, bacharel/profissional de Sistemas de informação e pré-candidato a vereador em São Gonçalo/RJ.

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Meu nome é Luciano Roberto, cria do Alcântara, tenho 29 anos, sou pessoa com deficiência física, bacharel/profissional de Sistemas de informação e pré-candidato a vereador em São Gonçalo/RJ.

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